Spirit Circle, a eterna batalha entre rivais

Na edição de outubro de 2010 da antologia Young King Ours, terminava a obra máxima de Satoshi Mizukami, Hoshi no Samidare. Depois do fim desse mangá, muita gente já esperava ansiosamente o retorno desse autor com um potencial enorme.
Eis que quase 2 anos depois, na edição de Julho de 2012, estreava um novo mangá na revista e que marcava a volta desse autor, o mangá se chama Spirit Circle.

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Sinopse

Como todo começo de um mangá baseado na vida de um estudante, é mostrado o personagem principal Fuuta Okeya, que tem 14 anos. Ele ouve de seus amigos Daiki e Tetsu, que um novo estudante será transferido para a escola, causando uma curiosidade neles.
Então somos apresentados à Kouko Ishigami, a estudante transferida de cabelos escuros e com uma cicatriz na testa, o que causa curiosidade em Fuuta por ela não ter vergonha em mostrá-la. Junto dela está um rapaz que se apresenta como East e logo após some, causando desconforto em Fuuta. Mas por que o personagem principal não se incomodou? Bom, desde pequeno ele é capaz de ver fantasmas, então isso pra ele é algo bem normal.

Após a aula, Fuuta fica imaginando o porquê de ele não conseguir tirar Kouko da sua mente. Logo ele percebe que está apaixonado por ela. Então Kouko acaba se encontrando com Fuuta novamente, que no meio da conversa ela percebe o quanto ele se preocupa com seus amigos. Porém, na hora em que ela está indo embora, Fuuta se despede de East, o rapaz que sempre a acompanha, dando um susto em Kouko pois só ela era capaz de vê-lo.

Kouko pede para que Fuuta retire o curativo que usa na bochecha, revelando um marca de nascença e fazendo ela confirmar que ele é seu inimigo natural de gerações passadas. Sem perder tempo e mesmo com Fuuta ainda confuso, ela o ataca com um tipo de aro mágico, desmaiando-o.

Nisso, somos levados à um passado distante, em uma tribo índigena da américa e sendo protagonizado pelo ancestral de Fuuta, Fone, que também tem a habilidade de ver fantasmas, nesse caso os espirítos da floresta. Ele é encontrado por uma garota igualzinha a Kouko, que se chama Rei. O que acontece depois, você só irá descobrir lendo…

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Análise

Spirit Circle é um daqueles mangás que só de você olhar à primeira vista já pensa que é algo infantil, clichê e fraco. Isso aconteceu comigo também, assim que eu soube que o Mizukami Satoshi estava serializando esse mangá atualmente, conferi já duvidando da capacidade da série.

Nesses pouquíssimoss capítulos já lançados (apenas 3), consegue cativar bastante o leitor e deixa aquela curiosidade de “o que aconteceu entre esses dois no passado?”. O mangá ainda tem muita coisa pra contar, pois o autor consegue colocar corretamente os elementos escondidos na história e coisas que só serão revelados muito futuramente. O fato dos personagens terem duelado e se encontrado em gerações passadas, abre um leque de novas oportunidades e flashbacks durante toda a história. Tudo isso escrito pelas mãos de um mangaká que consegue criar algo intrigante, inovador e sem o uso desnecessário de batalhas enroladas.

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2 comentários em “Spirit Circle, a eterna batalha entre rivais

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